Professor Doutor Silvério

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Silvério da Costa Oliveira é Doutor em Psicologia Social - PhD, Psicólogo, Filósofo e Escritor.

(Doutorado em Psicologia Social; Mestrado em Psicologia; Psicólogo, Bacharel em Psicologia, Bacharel em Filosofia; Licenciatura Plena em Psicologia; Licenciatura Plena em Filosofia)

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sábado, 10 de novembro de 2007

Casamento aberto - Reportagem do Jornal da Estácio

Citação de meu nome em reportagem publicada no Jornal da Estácio.

Jornal da Estácio – outubro de 2006
Ano III Nº 26

RELACIONAMENTO ABERTO
Texto de MARCELUS AMORIM (formado pela Estácio ) e GEIZA PORTO (8º período).
Nada de polêmicas
O professor e psicólogo Silvério da Costa Oliveira, autor de diversos artigos sobre sexualidade, frisa que o melhor a ser feito, quando o casal opta por um relacionamento aberto, é o comum acordo entre marido e mulher.
– O casamento aberto não é motivo para polêmica político-partidária. O assunto só diz respeito ao casal envolvido. Tal relação é muito mais do que uma mera troca de casais, pois as pessoas a escolhem por diversos motivos, dentre os quais visando ampliar sua esfera sexual e aumentar o tesão no relacionamento. Tudo, é claro, depende das fantasias de cada um e de que forma podem ou não ser realizadas – diz.
Para Silvério, mesmo previamente discutida, uma relação aberta pode apresentar problemas.
– É claro que podem surgir situações não esperadas de ciúme pelo fato de a pessoa não estar emocionalmente pronta para tal relação. Uma coisa é a fantasia, outra, bem diferente, é a realização da mesma. Muitos de nós ainda não estamos preparados para realizá-las – alerta Silvério. E deixa claro que, mesmo em uma relação aberta, a quebra de qualquer acordo preestabelecido poderá ser encarada como traição.

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

Um comentário:

Marcinha Girola disse...

Acrescentaria a idéia de repensar o conceito de casamento, refletir e assumir as próprias inseguranças, para mais tarde não cair no trágico ciúme. Além dos acordos, dos diálogos, é preciso ter em mente que um relacionamento não implica em possessão de sentimentos ou de seres humanos, assim como nem todas as pessoas sentem as mesmas vontades no mesmo momento.