Ser Escritor

Blog Ser Escritor - Este blog tem por objetivo divulgar as obras literárias do Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira, proporcionar debate sobre as mesmas, abordar os temas tratados pelo autor em seus livros e apresentar dicas e informações para quem está querendo ser escritor. Ao final de cada postagem, clique nos marcadores para ter acesso a outras sobre o mesmo tema. Deixe seus comentarios aos posts, é simples, não é difícil. Você é bem vindo!

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Silvério da Costa Oliveira é Doutor (PhD) e Mestre em Psicologia; Psicólogo, Bacharel em Psicologia, Bacharel em Filosofia, possui a Licenciatura Plena em Psicologia e a Licenciatura Plena em Filosofia, possui a Licenciatura pelo MEC em História e Sociologia, autor de vários livros e artigos, conferencista. Sua formação está estruturada sobre três pilares: a Filosofia, a História e a Psicologia.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Transexual mulher para homem


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: Sou transexual masculino FTM e preciso de sua ajuda.
Ola Dr. Silvério,
Atraves do site encontrei um estudo seu sobre Transexuais adorei tudo o que li. Porem estou te escrevendo não somente para parabeniza-lo pela pesquisa, mas para tambem pedir lhe um apoio. Sou FTM e estou em busca de uma luz, não sei por onde começar, descidi fazer a cirurgia de redesignação mais propriamente a retirada das mamas, e ja estou tomando hormonios masculinos (testosterona) por conta propria. Procurei por clinicas famosas particulares e por duas vezes me deixaram falando. O desconhecimento e o preconceito é muito grande e eu estou realmente com medo de continuar a procurar e de repente vivenciar coisas piores por parte das intidades médicas. Meu nome de batismo é “M.A.G.”, 27 anos, RG xx.xxxxxx-x, CPF xxx.xxx.xxx-xx, Moro em São Paulo capital fone (011) xxxx-xxxx cel. xxxx-xxxx e.mail  “@” por favor me responda, espero que possa me ajudar.
Um grande abraço
“A.G.”

----- Original Message -----
Subject: Re: Sou transexual masculino FTM e preciso de sua ajuda.
Obrigado Dr. Silvério por me responder.
Eu insisto em sua ajuda mais que uma orientação eu gostaria de obter uma indicação, moro em São Paulo porem iria ate o Rio de Janeiro se fosse preciso para me consultar com alguém que realmente conhece o meu caso e não discriminaria minha atitude. De repente o Dr. pode me indicar um psicólogo clinico que trabalhe em São Paulo.
Vamos continuar nos falando, aguardo contato um abraço !!!

Em casos como o de “A.G.” cabe a indicação para leitura e consulta do “Catálogo bibliográfico sobre sexo” e de meus livros “Sexo, sexualidade e sociedade” e “Falando sobre sexo”, todos disponíveis em meu site. Em particular gostaria de citar o capítulo 1 de meu livro “Falando sobre sexo”, a saber: “O psicólogo clínico e o problema da transexualidade”. Cabe um lembrete para os leitores deste blog que a expressão usada por “A.G.” FTM é uma abreviatura para “female to male” ou, se preferirem, Transexual Mulher para Homem.
Falei para “A.G.” que estava feliz pelo mesmo ter gostado da visita que realizou ao meu site e da leitura deste meu artigo. É sempre gratificante saber que nossas iniciativas são valorizadas e que nosso trabalho não somente é reconhecido, mas exerce um significativo papel social, sendo do interesse e gosto de nossos leitores.
O preconceito ainda é reinante, infelizmente. “A.G.” deverá ponderar bem as coisas, pois, conforme sua decisão em seguir avante cada vez mais encontrará pessoas preconceituosas e desinformadas. É importantíssimo fazer um acompanhamento psicoterápico, sugiro que “A.G.” procure um psicólogo clínico em sua cidade que não seja preconceituoso e trabalhe com este tema. A cirurgia é uma coisa, mas sua cabeça no lugar é outra. Vamos buscar um apoio emocional para lhe preparar e para lhe ajudar a fazer a melhor escolha possível para seu futuro. Lhe desejo muita sorte e força para superar os desafios.
Se “A.G.” estivesse no Rio, poderia lhe atender sem problema e por telefone poderíamos marcar a consulta, o horário e combinar o valor. Ocorre que uma única consulta não seria interessante e como “A.G.” está em SP, penso que seria melhor para “A.G.” procurar um profissional mais perto. Quanto a mim, continuei disponível para “A.G.”, mas sugeri meu colega Oswaldo M. Rodrigues Jr. que conheço já há alguns anos e que prefaciou uma edição de meu livro "Sexo, sexualidade e sociedade". Neste site http://www.oswrod.psc.br/  encontrará maiores informações sobre este profissional. Deixei em aberto uma possível consulta, caso um dia “A.G.” viesse ao Rio de Janeiro. Disse a “A.G.” que ela é sempre bem vinda, e que poderia continuar se comunicando comigo via e-mail e se quisesse poderia me adicionar no Orkut e no MSN.

PERGUNTA: Você consegue imaginar como deve se sentir uma pessoa que se sente presa a um corpo que não reconhece como seu? Imagine, se você é homem e gosta de sê-lo, como se sentiria acordando em um corpo de mulher, ou, vice-versa, se você é mulher e está satisfeita como tal, acordar belo dia em um corpo de homem? O que você acha? Qual a sua opinião? Como você se sentiria em tal situação?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Terapia: falta de desejo sexual pela namorada, medo da solidão e dúvidas sobre sua masculinidade.


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: Terapia sexual
Bom dia, Dr. Silvério.
Estou ajudando meu namorado a procurar um terapeuta sexual para ele e encontrei seu site. Gostaria de ter algumas informações sobre o seu trabalho, tais como o valor da consulta, a freqüência por semana e se a terapia é individual ou em casal.
Grata pela atenção,
 “A.C.A. e R.C.”

----- Original Message -----
Subject: RE: Terapia sexual
Dr. Silvério,
Em primeiro lugar, muito obrigada por seu interesse. Contarei um pouco sobre o meu caso para que possa entendê-lo melhor. Eu e meu namorado temos 23 anos de idade e namoramos há 3 anos e meio, mas temos problemas com relações sexuais. Meu namorado tem falta de desejo sexual, e diria até que tem aversão a sexo. Estamos há cerca de 1 ano e meio discutindo sobre este problema e tentando encontrar soluções que, até agora, se mostraram infrutíferas. Nós dois fazemos terapia individual, mas ele não tem conseguido resultados significativos em relação ao problema de sua sexualidade na terapia tradicional. Por estes motivos, decidimos procurar um especialista em sexualidade. Tanto eu quanto ele estamos de acordo e esperançosos com este possível tratamento.
O senhor precisa de mais informações? O que o senhor recomendaria: terapia individual ou casal? Seria possível marcarmos uma consulta sem compromisso?
Aguardo seu retorno,
“A.C.A. e R.C.”

----- Original Message -----
Subject: RE: Marcando encontro
Boa tarde, Dr. Silvério.
Sim, o “R.C.” é o meu namorado. Deixe-me explicar o que se passa: como não tivemos indicações de nenhuma pessoa conhecida, eu pesquisei na internet por terapeutas sexuais e passei alguns contatos para o “R.C.”, inclusive o do senhor. Na tentativa de agilizar o processo, eu entrei em contato com alguns deles por e-mail, enquanto ele ficou de fazer ligações para obter algumas informações, dentre as quais o valor da consulta era a principal, já que nós dois somos estudantes e temos restrições financeiras.
O “R.C.” se mudou há pouquíssimo tempo para um novo apartamento, e por isso tem estado muito atarefado, o que provavelmente explica a impossibilidade de prolongar a conversa, além de um possível constrangimento ao falar sobre um assunto tão particular ao telefone com um (ainda) desconhecido. Além disso, no momento em que este telefonema ocorreu, ele não sabia que eu estava em contato com o senhor por e-mail, e nem eu sabia que ele já havia te contactado.
Entendo seu ponto de vista, mas como é ele que irá fazer a terapia (ao menos a maior parte dela), prefiro que ele decida e tome a iniciativa de marcar a primeira consulta. Apesar de ter me adiantado nos primeiros contatos, realmente prefiro que ele se engaje neste processo sem que eu interfira diretamente em suas decisões, o que de forma alguma impede que eu também participe de quantas consultas forem necessárias, mas somente após uma primeira consulta e avaliação dele.
Abraços,
“A.C.A. e R.C.”

Em casos como o de “A.C.A. e R.C.” que envolve o contexto mais amplo da sexualidade humana, penso ser sempre importante obter informação de boa qualidade por meio de leituras adequadas. No caso de meus trabalhos, sugiro a leitura e consulta ao “Catálogo bibliográfico sobre sexo” e aos meus livros “Sexo, sexualidade e sociedade” e “Falando sobre sexo”, todos gratuitos em meu site no formato livro eletrônico em PDF.
Respondi a “A.C.A. e R.C.” pedindo inicialmente que explicasse melhor o assunto e o problema em questão, abordando em maiores detalhes para que eu pudesse saber do que se tratava e expliquei que quanto à clínica psicológica eu poderia fazer atendimento individual ou de casal e que na abordagem que adoto a freqüência a terapia teria de ser de uma vez por semana, sendo o valor da consulta previamente combinado.
Eu cheguei a atender em meu consultório, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, por duas vezes este casal, sendo que na primeira vez eu não cobrei meus honorários em virtude da pessoa estar muito confusa e não saber se daria prosseguimento ou não ao tratamento.
Normalmente em psicologia clínica nós fazemos um contrato no qual fica especificado o número de encontros semanais, se será atendimento individualizado ou não, quanto será cobrado por sessão e qual a forma de pagamento. Este contrato é fundamental para darmos início ao atendimento clínico, além disto, o primeiro encontro serve também para o paciente explicar melhor qual o seu problema e o que espera da terapia, bem como, para o psicoterapeuta explicar sua linha de trabalho ou como será sua abordagem ao problema do paciente, o que será feito e o que pode ser esperado como resultado. “A.C.A. e R.C.” foi à última exceção que adotei no tocante a não cobrar o primeiro encontro, pois, não posso me dar a este luxo com minhas horas de trabalho, uma vez que tenho outros compromissos que devo respeitar em minha agenda e meu tempo é de fato precioso.
Se o leitor tem curiosidade de saber sobre os valores cobrados por mim e outros psicólogos, sugiro uma visita ao site do Conselho Federal de Psicologia – CFP http://www.psicologia-online.org.br/ onde encontrará, também, muita coisa interessante sobre a profissão de psicólogo. Eu particularmente adoto os valores sugeridos a partir de pesquisa nacional efetuada pelo CFP sobre o tema e disponível no site do Conselho, em http://www.psicologia-online.org.br/servicos/pdf/tabela_honor_agosto_2007.pdf posso, no entanto, adotar uma certa flexibilidade entre os valores mínimos e máximos sugeridos.
Como a demanda partiu de “A.C.A.”, sugeri que fosse ela a se consultar inicialmente comigo e não o casal ou seu namorado “R.C.”, pois entendo que quem optou por procurar ajuda é quem de fato está motivado e incomodado com a situação. Quando se trata de relacionamento de casal, precisamos atentar de onde provém à demanda por tratamento e quais significados estão presentes nesta busca. É muito fácil dizer que o problema é do outro, mas pode ocorrer de o outro em nada estar incomodado e não ver problema algum com seu comportamento, portanto, o problema está prioritariamente em quem traz a demanda, não que seja esta pessoa a problemática, não é isto, mas sim que é esta pessoa que consegue neste momento enxergar que há um problema e que há necessidade de algum tipo de tratamento e solução.
Prontifiquei-me a marcar uma consulta com o casal e sugeri que inicialmente viesse somente “A.C.A.” e depois seu namorado, mas meu conselho não foi atendido e “R.C.” compareceu sozinho ao nosso primeiro encontro.
Quanto à terapia ser individual ou casal, minha opinião só se formará depois que conhecer melhor o caso. Inicialmente vou querer um encontro individual com cada um para escutar um e outro em particular.
Eu falei rapidamente ao telefone com uma pessoa de nome “R.C.” cujo único interesse era saber o valor da consulta, ao que lhe informei um valor padrão e lhe expliquei que é quase que uma regra entre nós, psicólogos clínicos, combinarmos o valor definitivo da consulta durante o primeiro encontro, pois, sempre é possível fazer algum ajuste para acomodar o valor mensal ao orçamento da pessoa. Também lhe expliquei que cada psicólogo entende que deve haver um determinado número de encontros por semana e que alguns de meus colegas que trabalham em linha psicanalítica propõem cinco encontros semanais, dentro da minha abordagem de trabalho, um encontro semanal é o bastante. No mais, a pessoa em questão não estava podendo falar naquele momento e nem sequer me explicou qual o caso, preferindo entrar em contato mais tarde, ao que sugeri o uso de e-mail. Se tal era o namorado de “A.C.A.” ou não, eu não sabia na ocasião, pois como já disse, não foi explicado.
Cabe aqui comparar as demandas, seus significados e diferenças. “A.C.A.” entrou em contato comigo por e-mail e depois tive a oportunidade de estar com ela pessoalmente durante a segunda consulta deste casal, já “R.C.” telefonou-me unicamente para saber quanto cobrava por uma consulta e sequer explicou qual o seu caso. Para mim que atendia ao telefone a impressão foi de que a única preocupação era com o valor cobrado e mais nada. Estou acostumado a atender pessoas com problemas diversos e o esperado é que a preocupação seja com o problema que aflige a pessoa e todo o tempo comigo, não importando o meio de atendimento (pessoal, telefone, e-mail, MSN, etc.) acaba destinado a tratar do problema em questão, sua demanda, sendo os honorários cobrados durante uma eventual consulta algo secundário. Daí podemos observar a real preocupação de cada um e as expectativas dos mesmos em relação a um tratamento.
No tocante ao desejo sexual e as relações sexuais entre o casal, expliquei que por meio da terapia de casal isto teria uma solução, mas que haveria necessidade de fazer o que chamamos em Psicologia Comportamental Cognitiva de “dever de casa”, ou seja, eu iria passar alguns exercícios para o casal fazer junto e para isto seria necessário o casal ter um espaço próprio onde pudesse ficar junto algumas vezes por semana, tirar as roupas e praticar os referidos exercícios. Expliquei que este problema tem solução. Sexo é que nem andar de bicicleta, não se nasce sabendo, é necessário todo um processo de aprendizagem e não desistir ou ficar traumatizado após um ou outro tombo. Quando crianças, muitas vezes começamos a aprender a usar bicicleta usando duas rodinhas adicionais, posteriormente, conforme vamos ganhando habilidade com a bicicleta, retira-se uma das rodinhas e depois, quando o equilíbrio estiver bom, retira-se a outra. Da mesma forma, quando o casal tem dificuldades sexuais, cabe começar bem do início e ir se adaptando até poder usufruir plena e satisfatoriamente de uma relação sexual gratificante para ambos.
Em verdade, no entanto, a questão principal da demanda era a fachada para problemas outros e que requeriam outra abordagem de tratamento. Em ambos havia a inexperiência sexual, havia também a presença de valores negativos em relação ao sexo e a sexualidade provindos de uma cultura religiosa, havia um forte medo da solidão que não permitia o desenvolvimento de valores positivos como paixão e amor genuíno pelo outro. Além disto tudo, pesava a dúvida existencial sobre quem de fato a pessoa é e o que de fato a pessoa quer da vida. Também estava presente a dúvida, no caso de “R.C.” sobre sua preferência sexual, se heterossexual ou homossexual. Tanto “A.C.A.” como também “R.C.” compartilhavam destas informações e dúvidas presentes no relacionamento em virtude de terem um diálogo aberto. Eu sou um forte defensor do diálogo entre casais, mas este também pode servir como mascarador de questões não trabalhadas que se escondem na superficialidade de uma conversa franca sobre tudo e que pode dar a vã ilusão de ter tudo sobre controle.
Indiquei terapia de casal e terapia individual para ambos, mas o casal optou por seguir outro caminho e não prosseguir o tratamento comigo.
No caso narrado de “A.C.A. e R.C.” vimos uma mistura de medo da solidão, inexperiência sexual, dúvidas sobre sua própria sexualidade, crenças e valores religiosos castradores, desejo homossexual expressado por “R.C.”, vimos que “A.C.A.” estava bem mais incomodada com a permanência da situação do que “R.C.” e que neste último predominava mais o medo da perda e a presença da solidão.

PERGUNTA: O que faz com que um casal continue junto?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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sábado, 22 de dezembro de 2007

Sexo anal


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: sexo anal
Olá, eu me chamo “J.P.”, tenho 18 anos, moro no Rio de Janeiro - RJ.
Eu e meu namorado fizemos sexo anal ontem (xx/xx/xxxx) e foi maravilhoso. Sempre achei que não fosse possível ejacular pelo ânus, mas parece que eu o fiz. Foi muito estranha, pois quanto mais eu ficava excitada com a penetração, mais saía um líquido incolor do meu ânus, e eu sentia as mesmas contrações que eu sinto quando eu ejaculo pela vagina; não sei se esse líquido foi devido a eu ter ejaculado realmente pelo ânus; a cama ficou um pouco molhada e tudo.
Eu gostaria que me explicasse o que é isso? Existe realmente ejaculação pelo ânus?
Fazendo sexo anal, posso ejacular normalmente pela vagina? pois parece que aconteceu isso.
Pensei que ejaculação fosse somente através da vagina, estou muito confusa em relação a isso tudo que aconteceu. Eu gostaria que me esclarecesse sobre isso Doutor.
Atenciosamente,
“J.P.”

Quando o assunto é o sexo e a sexualidade minha recomendação de leitura vai para o “Catálogo bibliográfico sobre sexo” e os livros “Sexo, sexualidade e sociedade” e “Falando sobre sexo”, todos no meu site no formato livro eletrônico em PDF.
O sexo anal é algo natural e normal, sendo perfeitamente possível e desejável o orgasmo de ambos os parceiros. Quanto a ejaculação pelo ânus, tal não me parece possível, aliás, mesmo a ejaculação pela vagina é ponto polêmico, havendo discordâncias sérias quanto a possibilidade de tal por alguns profissionais. São coisas diferentes, uma o orgasmo, e outra a ejaculação.
Como profissional o que mais observo é a total desinformação, preconceito e a formação de pseudo-teorias pautadas em sólido achismo na área da sexualidade humana. No tocante ao exposto por “J.P.” cabe deixar claro que todo orgasmo feminino está vinculado ao clitóris, se bem que o maior órgão sexual humano (metaforicamente falando) seja o cérebro, pois, nossas crenças e processo de aprendizagem são o que mais afetam nossa vida sexual. Em nossa cultura há de alguns anos para cá o modismo de se falar em orgasmo vaginal, quanto a mim, sou um dos profissionais que não aceita tal modismo, não reconhecendo o assim chamado orgasmo vaginal e me atenho a diversos autores sérios, hoje já clássicos, em pesquisas com metodologia adequada, para afirmar que todo orgasmo feminino é clitoriano e que não existe o orgasmo vaginal em outro lugar que não seja o da fantasia de alguns.
Todo o corpo humano é um objeto de prazer, as pessoas em geral desconhecem seu próprio corpo e potencial de gerar prazer. Tanto pela penetração do canal vaginal, como pela penetração do ânus, a mulher pode obter um orgasmo, pois, como já disse anteriormente, o maior órgão sexual humano é seu cérebro repleto de crenças, emoções, comportamentos aprendidos, fantasias, etc. É em nosso cérebro que está o botão liga-desliga. Tanto homens, como também mulheres, podem atingir o orgasmo por meio do sexo anal, sem que no entanto haja uma “ejaculação anal”. Cabe separar bem orgasmo de ejaculação, pois, são coisas diferentes. Aliás, a tal da ejaculação feminina também está vinculada à idéia de um orgasmo vaginal, se negamos um, negamos o outro. Não há ejaculação feminina, se bem que durante o ato ou quando do orgasmo da mulher esta possa expelir urina involuntariamente e esta possa ser confundida com algum tipo de ejaculação.

PERGUNTA: Se as pessoas sabem tudo sobre sexo, como fazem, por vezes, questão em demonstrar, então, porque há tanto sofrimento nesta área?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Homem que usa calcinhas


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: HOMEM QUE USA CALCINHAS
BOA TARDE DR. SILVÉRIO...
DESCULPE-ME PELA OUSADIA EM LHE ESCREVER ESTE E-MAIL, MAS É QUE AO PERCEBER SUA ABERTURA EM RECEBER E-MAIL´S VENHO POR MEIO DESTE, EXPOR O MEU PERFIL E FAZER ALGUMAS PERGUNTAS SE ME PERMITIR:
 01) SOU UM HOMEM COM 51 ANOS DE IDADE, CASADO, FILHOS MAS QUE DESDE BEM NOVO NOTEI A MINHA TENDENCIA DE ME MANIPULAR NO ANUS...
ISSO FOI EVOLUINDO GRADATIVAMENTE ATE ME CASAR. COM POUCO TEMPO DE CASADO POR SORTE MINHA MINHA, A MINHA ESPOSA PROCUROU ME ACARICIAR NESTA PARTE TÃO PRAZEIROSA QUE É O ANUS. DE CARICIAS PASSOU A PENETRAÇÕES E ISSO ME LEVA AO PRAZER...
HOJE TEMOS UMA COLEÇÃO DE VIBRADORES E BRINCAMOS BASTANTE...
 02) DESDE A MINHA PRE-ADOLESCENCIA QUE TIVE O FASCINIO POR CALCINHAS. AS ESCONDIDAS PEGAVA CALCINHAS DAS MINHAS IRMÃS E ME MASTURBAVA ESFREGANDO-AS EM MEU PENIS....
QUANDO ME CASEI DEI CONTINUIDADE COM AS CALCINHAS DA MINHA ESPOSA E DAI  PASSEI A USAR AS ESCONDIDAS....
PASSEI A COMPRAR AS MINHAS CALCINHAS E USA-LAS SEM O CONHECIMENTO DELA....
NÃO SUPORTANDO O SUFOCO QUE PASSAVA.. CERTOI DIA COMPREI DUAS CUECAS SLIP´S E UMA CALCINHA DE MICROFIBRA SIMPLES SEM LACINHOS OU RENDAS.. E DISSE PARA ELA QUE HAVIA COMPRADO UM KIT DESSE QUE VEM 03 PEÇAS E FALEI  QUE UMA DELAS ERA BEM CAVADA E ELA PEDIU PARA VER E COMO EU JA ESTAVA VESTIDO, FOI SÓ TIRAR A BERMUDA... ELA GOSTOU E DISSE QUE ERA PARA EU USAR QUANDO SOMENTE FOSSEMOS TRANSAR.... MAS A MINHA INTENÇÃO NÃO ERA ESSA.. A MINHA INTENÇÃO ERA USAR CALCINHAS DIRETO... DAI PASSEI A COMPRAR E USAR CALCINHA DIRETO.... E ELA DE VEZ EM QUANDO RECLAMAVA DIZENDO QUE ISSO NÃO ERA PEÇA INTIMA MASCULINA E COM O TEMPO FUI ARGUMENTANDO QUE EU NÃO ERA O UNICO QUE PRATICAVA ISSO E HOJE GRAÇAS A DEUS ELA ENCARA NUMA BOA.. ANTES ELAS CHAMAVAS AS MINHAS CALCINHAS DE CUEQUINHAS SAFADAS, MAS HOJE ELA JA CHAMA DE CALCINHAS MESMO...  TIPO ASSIM: ""GUARDA ESSA TUA CALCINHA PARA NINGUEM VER'', TIRA A CALCINHA PARA EU TE CHUPAR MELHOR... PORTANTO DR. SILVÉRIO... HOJE SO USO CALCINHA.. CUECAS SOMENTE EM CASOS DE TER QUE IR AO MEDICO OU VIAJAR..
COM OS RELATOS ACIMA, INFORMO QUE TENHO ATRAÇÃO POR MULHERES, SINTO PRAZER NO ANUS, NÃO SINTO ATRAÇÃO PELO CORPO OU ROSTO MASCULINO, MAS ME EXCITO AO VER UM PENIS. OU SEJA SOMENTO O ORGÃO SEXUAL MASCULINO ME ATRAIA....
P.S. TIVE RELAÇÕES COM PESSOAS DO MESMO SEXO, APENAS QUANDO ERA GAROTO, ONDE FUI MAIS ATIVO DO QUE PASSIVO.
PERGUNTO DR. SILVÉRIO COMO O SR. ME CLASSIFICA NO AMBITO SEXUAL?
“C.B.”

Problemas no âmbito da sexualidade humana me fazem reportar a indicação de leitura do “Catálogo bibliográfico sobre sexo”, e dos livros “Sexo, sexualidade e sociedade” e “Falando sobre sexo”, todos no formato livro eletrônico, em PDF, no meu site e desde 2013 em nova edição formato eletrônico e impresso pela editora do Clube de Autores, links no meu site www.doutorsilverio.com
Disse a “C.B.” que Provavelmente há algo lhe incomodando, se não, “C.B.” não teria me escrito e nem procurado meu site em busca de informações, no entanto, pelo que “C.B.” escreve em seu e-mail, está tudo bem consigo, com sua esposa e com seu relacionamento. Se está tudo bem de fato, não há necessidade de tratamento psicoterápico.
No seu discurso vejo a presença do fetiche com relação às calcinhas e do parcialismo com relação ao pênis. “C.B.” tem as suas fantasias que lhe dão prazer em sua atividade sexual e sua esposa aceita, não lhe causam transtornos, portanto, não há com o que se preocupar.
Com relação a atividades homossexuais na infância e adolescência, trata-se de algo comum e não significa grande coisa. O que importa é se hoje, quando adulto, o seu tesão/desejo é por homens ou por mulheres.
O sexo anal é algo que pode propiciar prazer e orgasmo tanto em homens como também em mulheres. No caso de homens, temos o agravante da próstata que é estimulada quando da entrada do pênis (verdadeiro ou artificial) pelo ânus e pode gerar com facilidade um orgasmo. Isto é anatômico e não significa que a pessoa tenha desejos homossexuais.
Parece-me que “C.B.” tem uma vida sexual satisfatória e não há conflitos entre seus desejos e sua mulher, logo, pelo que “C.B.” narra, não há motivos para maiores preocupações.
Penso que há algo não dito e velado no discurso de “C.B.”, pois, se está tudo bem com ele e sua esposa, então porque me procurar em busca de auxílio? Parece-me aqui importante duas coisas, a primeira sendo informação de boa qualidade sobre sexualidade humana e a segunda uma psicoterapia, caso “C.B.” não se sinta bem com seu atual comportamento ou se este estiver afetando negativamente sua vida familiar e social.
O comportamento expresso por “C.B.” é muito mais comum do que as pessoas geralmente imaginam. O fetiche pelas calcinhas e o parcialismo pelo pênis se encontram dentro do âmbito das parafilias. Muitas vezes aquele homem sisudo trajando um terno clássico e usando barba, com o qual cruzamos na calçada, no hall ou no elevador está usando roupas íntimas femininas (não somente calcinhas bem cavadas). Trata-se de um fetiche comum em nossa sociedade e nada tem a ver com a preferência sexual, pois, o prazer encontra-se justamente no uso de determinadas peças de roupas.
Meu caro leitor, você não faz nem idéia do que poderia ver se fosse contemplado com algo a semelhança da visão de raios X do super-homem. Calma! Não ria, por favor, entenda que o assunto é sério.

PERGUNTA: Você já parou para pensar no que as pessoas vestem por baixo de suas roupas ou quando não tem pessoa alguma olhando? Você compreende que nem sempre o tesão está associado a uma pessoa de carne e osso e sim, por vezes, as mais distintas coisas elegidas como fetiche sexual?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Como escrever e apresentar 2: Livro


Por: Silvério da Costa Oliveira.

Tudo o que falamos anteriormente sobre normas de apresentação de trabalhos acadêmicos, incluso a relação das sete normas ABNT citadas são aqui válidas no que couber, mas existem algumas particularidades que devem ser levadas em conta quando pensamos em produzir um livro ou algo similar.
Os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais continuam os mesmos quando couber, mas temos um acréscimo fundamental que ocorre logo antes da introdução e que é o prefácio, o qual deve ser escrito por um profissional conhecido visando apresentar o livro e o autor para o público. O prefácio é um texto independente do corpo da obra e cabe ao autor somente a escolha do prefaciador, quem terá liberdade de desenvolver seu texto como quiser. O autor pode recusar o prefácio se este não lhe agradar, mas isto não é algo usual ou mesmo educado. Se houve erro em algum lugar, este ocorreu por parte do autor quando da escolha do prefaciador. Pode haver mais de um prefácio, cada qual correspondendo a uma edição da obra, bem como pode haver uma apresentação por parte da editora.
Anteriormente, falamos na obrigatoriedade do papel branco formato A4 210x297mm para a apresentação de trabalhos acadêmicos, pois muito bem, você também pode usar este papel, mas aqui cabe a idiossincrasia de cada autor e eu particularmente só uso o papel branco formato carta 216x279mm na gramatura 90g/m² e ainda escolho marca de fabricante.
O formato de livro é definido pelas editoras e como tal, pode ter qualquer tamanho ou formato. Nada impede que a editora faça um livro que meça 1 metro ou que faça um livro no formato de triângulo, estrela ou círculo, por exemplo, no entanto, como tudo na vida, há um padrão geralmente seguido pelas diversas editoras e apesar de você poder encontrar em uma livraria livros nos mais diversos formatos e tamanhos, predominam dois, que chamaremos de pequeno e grande. Neste momento, penso que seria interessante você pegar uma régua e medir os detalhes de alguns livros que você possua em sua residência para comprovar por si o que estou aqui afirmando. 

DIAGRAMAÇÃO
(Para livros)

Padrão pequeno
Corte: 14 x 21 Cm ou 140 x 210 mm
Mancha: 11 x 18 Cm ou 110 x 180 mm (Incluindo numeração e/ou notas de rodapé)
140 – 110 = 30 : 2 = 15 (margem em mm)
210 – “180” (170) (170 + 10 = 180) = 30 : 2 = “15” (15 em cima e 25 mm margem inferior em mm, sendo 10 para numeração. Logo 25 - 10 = 15)
Margem de 1,5 Cm ou 15 mm
Abertura de capítulo à A critério
Obs.: Espaço mínimo entre texto e numeração = 1 Cm ou 10 mm
Letra do texto tamanho 11 Times New Roman
Títulos com letras sem serifas
Capítulos iniciando sempre em páginas impares (páginas à direita).

Padrão grande
Corte: 16 x 23 Cm ou 160 x 230 mm
Mancha 12 x 19 Cm ou 120 x 190 mm
160 – 120 = 40 : 2 = 20 (margem em mm)
230 – “190” (180) = 40 : 2 = “20” (margem em mm. A margem inferior fica marcada como 230X180 e 30 mm, sendo que 10 para numeração. Logo 30 – 10 = 20)
Margem de 2,0 Cm ou 20 mm
Abertura de capítulo à A critério
Obs.: Espaço mínimo entre texto e numeração = 1 Cm ou 10 mm
Letra do texto tamanho 11 Times New Roman
Títulos com letras sem serifas
Capítulos iniciando sempre em páginas impares (páginas à direita)

Já se escreveu utilizando os mais distintos materiais. Temos as pinturas rupestres em pedras feitas em várias cores e datando de 40.000 a.C., temos também o papiro cuja técnica de confecção e escrita foi desenvolvida pelos egípcios por volta de 2.200 a.C., temos as inscrições esculpidas em placas de pedra ou madeira e por aí vai.
Como escritor, você pode ter a idiossincrasia que quiser para escrever seu texto, ainda há hoje quem afirme em entrevistas preferir escrever seus originais manuscritos ou datilografados, não gostando do uso da moderna informática. Você pode mesmo fazer seu original por meio de inscrições em placas de pedra ou madeira, penso mesmo que tal procedimento possa adicionar um algo a mais durante entrevistas perante os meios de mídia, para alegrar a curiosidade de seu público leitor sobre suas idiossincrasias como escritor, mas, por favor, não queira escrever um livro que impresso daria cerca de 200 ou mais páginas no formato definitivo livro e encaminhar o mesmo para a editora todo em placas de pedra ou madeira, sei que as inscrições em pedra podem até ficarem muito bonitas, mas as despesas com os correios, o peso total da entrega e o espaço necessário para armazenamento podem não causar uma boa impressão na editora quando da avaliação de seu original. O mesmo conselho vale para originais manuscritos ou datilografados, você pode fazer assim, mas não os mande assim para a editora.
Você pode muito bem fazer como os escritores antigos e usar uma pena e um tinteiro para produzir seu texto, afinal, todos os escritores tem as suas idiossincrasias e isto deve ser respeitado. Como já disse alguém no passado, gosto não se discute, lamenta-se.
No mínimo, encaminhe para a editora seu livro digitado no Word em Times New Roman ou Arial tamanho 12 e papel carta ou A4 com todas as páginas numeradas e encadernadas em capa plástica com espiral.
Se você se propõe a escrever, eu aconselho veementemente a conhecer bem a moderna tecnologia da informática, saber como usar um Computador Pessoal – PC e também entender sobre manutenção e montagem do mesmo, faça um curso sobre hardware, vale a pena, bem como faça cursos e conheça bem os programas que irá usar. Eu particularmente uso a plataforma Windows XP e os seguintes programas que considero fundamentais a todo candidato a escritor: Word, Adobe Aclobat e Adobe Reader, PageMaker. Claro está que também se torna necessário o conhecimento do Power Point usado em apresentações, de um bom banco de dados e planilha, de um navegador para a Internet e de um bom programa para manuseio de fotos e imagens.
A editora espera somente o texto digitado em Word entregue em papel A4 ou carta para avaliação e posteriormente a assinatura do contrato, entregue, também, em meio digital. Ocorre que penso ser muito importante saber o número de páginas que meu trabalho terá após ser colocado no formato livro, pois, isto também influenciará no preço final do exemplar, deste modo, após escrever no Word, passo tudo para o PageMaker com as margens acima mencionadas.
O preço final de um livro pode ser obtido de modo simples, se bem que varie um pouco de editora para editora. Vá a uma livraria ou acesse pela Internet a página da editora pela qual pensa ter seu livro publicado e veja o valor de capa de suas últimas publicações, depois divida este valor pelo número de páginas e encontrará o valor por página. Se você sabe quantas páginas seu livro tem no formato livro pelo PageMaker basta multiplicar o número de páginas pelo valor de cada página. Exemplo: se você encontrou R$0,10 por página e seu livro tem 200 páginas, teremos o preço de capa de R$20,00 já se você encontrou R$0,20 por página e seu livro tem 200 páginas, teremos o preço de capa de R$40,00.
Recapitulando, escreva como bem couber a sua idiossincrasia e gosto particular, mas após feito o trabalho este deve ser obrigatoriamente digitado e impresso. Eu particularmente uso o Word para criar meus trabalhos. Quando termino de escrever leio tudo e faço uma correção na tela verificando grafia, sentido e significado do texto, ordem dos tópicos apresentados dentro de cada capítulo, depois leio novamente todo o texto na tela para verificar se ficou do meu agrado, em terceiro lugar, realizo a correção por meio do corretor ortográfico do Word, mas não autorizo alteração alguma sem primeiro conferir o que este está me pedindo que seja alterado. Em geral passar o corretor do programa é bom, pois nos ajuda a identificar algumas coisas pequenas que possam passar despercebidas, como, por exemplo, mais de um espaço separando as palavras, uma letra trocada de ordem em uma determinada palavra ou a ausência de um acento, no entanto, se você permitir que o corretor atue sozinho e faça as alterações que este entender necessárias, seu texto será todo bagunçado e destruído, pois, tais corretores não conseguem entender tão bem como nós a língua que usamos. Feito isto, imprimo o capítulo no modelo econômico e faço uma correção no papel, esta é a quarta correção. Quando finalmente encerrar o trabalho todo, passo o mesmo para o programa PageMaker na sua apresentação final e definitiva e imprimo tudo novamente na melhor qualidade de  impressão, pego esta cópia e encaminho para alguém de minha confiança ler, opinar e corrigir, trata-se, portanto, da quinta e última correção antes de encaminhar para a editora.
No caso da cópia enviada para a editora, cabe pensar que a capa será responsabilidade da editora e tentar fazer uma capa por si só pode ter um efeito prejudicial, demonstrando amadorismo, faça, portanto, uma capa bonita, mas que não se apresente como capa definitiva. Uma página colorida ou letras desenhadas já serão dados mais que suficientes. Nesta capa ponha somente seu nome e o título do livro. Sugiro veementemente que a segunda página de seu trabalho contenha seu endereço completo para a editora entrar em contato: nome, endereço de correspondência, telefone, fax, e-mail, etc. O livro deverá conter, também, um pequeno resumo do currículo do autor, bem como, um pequeno resumo da obra e o envio do exemplar deverá ser acompanhado de uma carta personalizada.
Há ainda a possibilidade de você publicar sua obra de modo independente, seja impressa ou em meio eletrônico no formato PDF. No caso de publicações no formato PDF o livro será escrito no Word, passado para o PageMaker e depois para o Adobe Aclobat com senha de segurança para não ser alterado por terceiros na Web e compactado para ocupar pouco espaço de armazenamento e menos tempo para download do arquivo. No caso de publicação independente, torna-se fundamental o prefácio para apresentar o trabalho e o International Standard Book Number – ISBN que lhe permitirá citar seu trabalho em seu currículo e ter o mesmo avaliado em qualquer prova de títulos. Sugiro aqui a visita ao meu site onde disponibilizei livros e quatro catálogos bibliográficos no formato livro eletrônico, em pdf. Veja os formatos, a ordem por mim dada à apresentação dos tópicos e imprima algumas folhas para perceber como as margens foram estabelecidas no formato livro, de modo que, se a pessoa quiser, pode imprimir as referidas obras e encadernar no tamanho e formato correto de um livro impresso.

PERGUNTA: Você sabe que seu trabalho será avaliado, agora lhe pergunto o quanto que a apresentação deste trabalho terá influência nesta avaliação?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Como escrever e apresentar 1: Trabalhos acadêmicos


Por: Silvério da Costa Oliveira.

Bem, meu caro escritor ou candidato a escritor, vamos imaginar que você já produziu sua obra literária e agora está no momento da apresentação definitiva da mesma, pois muito bem, iremos dividir este nosso tema em dois, hoje vamos falar sobre trabalhos acadêmicos e amanhã sobre livros.
Quando pensamos em apresentação de trabalhos cabe lembrar das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e em particular nas seguintes sete normas abaixo enumeradas e que espero o leitor / escritor as tenha em casa para constante consulta e estudo.
1- NBR6023 – Informação e documentação – Referências – Elaboração – 30/8/2002
2- NBR6024 – Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação – 1/5/2003
3- NBR6027 – Informação e documentação – Sumário – Apresentação – 1/5/2003
4- NBR6028 – Informação e documentação – Resumo – Apresentação – 28/11/2003
5- NBR6034 – Informação e documentação – Índice – Apresentação – 31/12/2004
6- NBR10520 – Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação – 1/8/2002
7- NBR14724 – Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação – 30/12/2005
Já houve tempo em que se podia apresentar trabalhos manuscritos ou datilografados, hoje, em pleno século XXI, torna-se inaceitável um trabalho que não seja corretamente digitado em um programa de computador.
Existem vários formatos de papel, mas padronizou-se que os trabalhos devem obrigatoriamente ser entregues em papel A4 210x297mm branco. Todo o texto deve ser digitado no anverso das folhas, com a única exceção sendo a folha de rosto que possui em seu verso a ficha catalográfica. A cor padrão a ser usada no texto é a cor preta, demais cores somente devem ser usadas para as ilustrações. O texto deve ser todo digitado em letra tamanho 12 (normalmente usa-se Times New Roman ou Arial) a exceção das citações maiores do que três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações que devem ser uniformemente digitadas em tamanho menor, normalmente usa-se o tamanho 10 da fonte para tais itens.
A folha deve ter como margens superior e esquerda 3 cm e margens inferior e direita 2 cm. Citações menores de três linhas são apresentadas no corpo do texto e citações maiores que três linhas devem ter um recuo de 4 cm a contar da margem esquerda.
Todo o texto deve ser digitado ou datilografado (a norma permite trabalhos datilografados, mas nenhum professor hoje espera um texto que não seja digitado) em espaço 1,5, com exceção das citações maiores do que três linhas, das notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e das tabelas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetida e área de concentração, pois, tais elementos são apresentados em espaço simples. Títulos e sub-títulos são separados do restante do texto por dois espaços de 1,5 cada. A bibliografia é digitada em espaço simples, mas, entre uma referência bibliográfica e outra dá-se dois espaços.
Quanto à numeração, esta começa a ser contada na folha de rosto, mas o número só aparece escrito nas páginas a partir da primeira folha da parte textual. A numeração aparece no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior e em algarismos arábicos.
O corpo do texto do trabalho se sub-divide em três partes: elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais. E segue a seguinte ordem de apresentação:

Elementos pré-textuais:
Capa
Lombada
Folha de rosto
Errata
Folha de aprovação
Dedicatória
Agradecimentos
Epígrafe
Resumo na língua vernácula
Resumo em língua estrangeira
Lista de ilustrações
Lista de tabelas
Lista de abreviaturas e siglas
Lista de símbolos
Sumário
Destes, são obrigatórios: a capa, a folha de rosto, a folha de aprovação, o resumo em língua vernácula, o resumo em língua estrangeira e o sumário.
Normalmente faz-se o resumo em língua estrangeira em inglês (abstract) que acaba sendo obrigatório, mas também pode estar presente em outras línguas, como, por exemplo, o francês (resumé).

Elementos textuais:
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Claro está que os três elementos textuais são sempre obrigatórios.

Elementos pós-textuais:
Referências
Glossário
Apêndice(s)
Anexo(s)
Índice(s)
Destes, somente as referências bibliográficas são obrigatórias ao trabalho. Todos os livros e artigos citados no decorrer do texto devem ser aqui corretamente anotados.

Normalmente tais trabalhos são entregues encadernados em algum formato pré-definido, sendo o mais comum o uso de capa de plástico e espiral, a instituição pode, no entanto, exigir algum tipo especial de capa ou encadernação, o que é mais comum na entrega da versão definitiva de teses, em geral feitas em capa dura na cor preta com letras na cor prata ou dourada, mas isto dependerá dos pré-requisitos exigidos pela instituição em particular.

PERGUNTA: Você já parou para pensar que seu trabalho acadêmico é julgado prioritariamente pela aparência e só em segundo plano pelo conteúdo nele presente?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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Bibliografia do livro: “Vencer é ser feliz: A estrada do sucesso e da felicidade”

Por: Silvério da Costa Oliveira.

Texto presente ao site www.doutorsilverio.com


(Todos os direitos reservados)
Silvério da Costa Oliveira.
(É permitida a reprodução desde que citada a autoria e a fonte)
Leia e tire uma cópia na sua impressora.
Entre em contato e envie um e-mail com suas opiniões, críticas e sugestões.

OLIVEIRA, Silvério da Costa. Vencer é ser feliz: A estrada do sucesso e da felicidade. São Paulo: Ibrasa, 2002. (240 páginas)

Bibliografia
ADAIR, John Eric. Liderança para o sucesso: Deixe de ser chefe para se tornar líder. Trad. Sara Gedanke. São Paulo: Nobel, 1992.
ADAMS, Ramona Shepherd. Libere-se: Facilite sua vida. Ramona, Shepherd Adams, Herbert A. Otto, AuDeane Shepherd Cowley. Trad. Reynaldo Ramos Maximino. São Paulo: Melhoramentos, 1982.
ALDER, Harry. O gerente que pensa com o lado direito do cérebro. Trad. Roberto Raposo. Rio de Janeiro: LTC Ed., 1994.
AMOS, Wally. Você tem a força: Dez ingredientes secretos para a força interior. Wally Amos e Gregory Amos. Trad. Claudia Gerpe Duarte. Rio de Janeiro: Record, (1991).
ANDERSEN, Uell Stanley. O poder da energia mental. Trad. Maria Ligia Pinto Baptista. Rio de Janeiro: Record, c1961.
ANDERSEN, Uell Stanley. Ajuda-te pela cibernética mental. Trad. Leônidas Gontijo de Carvalho. São Paulo: IBRASA, (1976).
ANTHONY, Robert. O poder mágico da super persuasão. Trad. Jurandy Bravo Nogueira Jr.. São Paulo: Best Seller, Círculo do Livro, (1993).
ANTHONY, Robert. 50 Idéias que podem mudar sua vida. Trad. Maria Claudia Fittipaldi. São Paulo: Best Seller, 1991.
ANTHONY, Robert. Além do pensamento positivo: A fórmula avançada para o seu sucesso. Trad. Wilson Vaccari. São Paulo: Best Seller, 1989.
ANTHONY, Dr. Robert. As chaves da autoconfiança. Trad. Arlindo Piva. São Paulo: Editora Best Seller, 1989.
ATKINSON, William Walker. Como usar a força da mente para influenciar as pessoas. Trad. Luiz Fernandes. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1989.
AUCLAIR, Marcelle. Claro caminho. Trad. Rose Marie G. Muraro. Rio de Janeiro: Liv. Agir, 1958.
AVIS, Warren E. Atreva-se a ser o líder: Os segredos do sucesso empresarial: Autobiografia do fundador da Avis Rent-a-Car. Trad. Lucio Jorge Pina Manfredi. São Paulo: Maltese, Bogotá, Colômbia: Editorial Norma, 1989.
BANDLER, Richard. A estrutura da magia: Um livro sobre linguagem e terapia. Richard Bandler e John Grinder. Trad. Raul Bezerra Pedreira Filho. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.
BARBARIN, Georges. O mêdo: Mal nº 1: Como combatê-lo, como vencê-lo... Trad. Ronaldo Lis. São Paulo: Companhia Editora Nacional, [s.d.].
BARCELOS, Fernanda Augusta Vieira Ferreira. Pequeno tratado de relações humanas. [s.l.],Liv. Francisco Alves, 1960.
BARTHE, François. As chaves da felicidade. Trad. Lígia Junqueira Caiuby. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1970.
BELLENGER, Lionel. A persuasão e suas técnicas. Trad. Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: J. Zahar, c1987.
BENNETT, Millard. O sucesso pela comunicação. Millard Bennett e John D. Corrigan. Trad. de Marcelo Cláudio Barbosa. Rio de Janeiro: Record, (c1972).
BERNA, Vilmar. É possível ser feliz. São Paulo: Paulinas, 1993.
BERNHARDT, Dr. Roger. Autodomínio através da auto-hipnose. Dr. Roger Bernhardt e David Martins. Trad. Maysa Weguelin Vieira. Rio de Janeiro: Record, [s.d.].
BORGES, Marcelo Leão. Passaporte para o sucesso: Estratégias de crescimento. São Paulo: Siciliano, 1994.
BREMER, Sidney N. Querer é poder. Trad. Pinheiro de Lemos. 13º ed., Rio de Janeiro: Record, (1990).
BRISTOL, Claude Myron. TNT, Nossa força interior: Como libertar a força que cada um de nós encerra e obter o que desejamos! Claude M. Bristol e Harold Sherman. Trad. Dilma Ferraz Sampaio Carrazedo.7º ed., São Paulo: IBRASA, 1974.
BRISTOL, Claude Myron. A força mágica da vontade. Trad. Miécio Araújo Jorge Honkis. 6º ed., Rio de Janeiro: Record, 1985.
BRONSON, Howard F. Boa idéia! E agora? Trad. Alberto Lopes. Rio de Janeiro: Record, 1994.
BROTHERS, Dra. Joyce. Como desenvolver a memória. Joyce D. Brothers e Edward P. F. Eagan. Trad. de Ronaldo Sérgio de Biasi. 10º ed., Rio de Janeiro: Record, (c1957).
BROTHERS, Dra. Joyce. Como conseguir tudo o que você quer da vida. Trad. de Tati de Moraes. 7º ed., Rio de Janeiro: Record, c1978.
BROTHERS, Joyce D. O pensamento positivo pode ser... 1996.
BROWN, James Alexander Campebell. Técnicas de persuasão: da propaganda à lavagem cerebral. Trad. de Octávio Alves Velho. 2º ed., Rio de Janeiro: Zahar (1971).
BYHAM, William C. Herói Z: Energize-se enegize seus colegas de trabalho e sua empresa! William C. Byham e Jeff Cox. Trad. de Outras Palavras. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.
BYHAM, William C. Zapp! O poder da enegização. William C. Byham, Jeff Cox. 12º ed., Rio de Janeiro: Campus, 1994.
CAINE, Mark. O homem-S: Uma gramática do sucesso. Trad. Olivia Crähenbühl. São Paulo: Liv. Pioneira, 1961.
CALDERARO, Martha. Etiqueta e boas maneiras. 16º impressão, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
CAMERON-BANDLER, Leslie. Know-how: Como programar melhor seu futuro. Leslie Cameron-Bandler, David Gordon, Michael Lebeau. Trad. Maria Claudia Coelho, Fernando Rebello. São Paulo: Summus, 1991.
CAMPANA, João Widmar. Luta pela vida (A arte de progredir). por J. W. Martin (pseud.). Canôas: Ed. La Salle, 1959.
CAPRIO, Frank S. Ajuta-te pela psiquiatria. Trad. de Dilma Ferraz Sampaio Carrazedo. São Paulo: IBRASA, 1959.
CARNEGIE, Andrew. The empire of business... New York: Double Day Page, 1917.
CARNEGIE, Dale. How stop worring and start living. Kingswood, (Inglaterra): The World’s Work ltd, 1950.
CARNEGIE, Dale. How to win friends and influence people... New York: Pocket Books, 1936.
CARNEGIE, Dale. Como ajudar seu marido a ter sucesso na vida social e nos negócios. São Paulo: MUSA, [s.d.].
CARNEGIE, Dale. Como evitar preocupações e comoçar a viver. Trad. de Brenno Silveira. 26º ed., São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1986.
CARNEGIE, Dale. Como falar em público e influenciar pessoas no mundo dos negócios. Trad. de Carlos Evaristo M. Costa. 11º ed., Rio de Janeiro: Record (c1962).
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Trad. Fernando Tude de Souza. 35º ed., São Paulo: Nacional, 1985.
CASTRO, Alfredo Pires de. Zapp! Em ação. 4º ed., Rio de Janeiro: Campus, 1995.
CENTI, Paul J. Viva o positivo, abaixo o negativo: Como gostar da pessoa que você é. Trad. Octávio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix, 1985.
CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 6º ed., São Paulo: Ática, 1991.
CLARK, Fred Arthur. Seu passaporte para o sucesso. Trad. Carlos Ramalhete. 3º ed., Rio de Janeiro: Record, 1993.
COLEMAN, Lester Laudy. Viva sem medo. Trad. Lacerda. São Paulo: Cultrix, 1964.
COLLINS, James C. Feitas para durar: Práticas bem-sucedidas de empresas visionárias. James C. Collins e Jerry I. Porras. Trad. Silvia Schiros. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.
CONKLIN, Robert. O poder da personalidade magnética. Trad. E. Jacy Monteiro. São Paulo: Bestseller, 1969.
CONQUET, Andre. Como falar em público. Trad. Sampaio Marinho. Lisboa: Pórtico.
CONWELL, Russell Herman. Uma fortuna ao seu alcance. Sua vida e realizações. Com nota autobiográfica. Russell H. Conwell e Robert Shackleton. Trad. Antônio G. G. Penna. Rio de Janeiro: Record, (1982).
COOPER, Irving Steiger, bispo. O segredo da felicidade. Trad. J. Martins. São Paulo: Pensamento, 1978.
CORREA, Nereu. A palavra: A arte da conversação e da oratória. 2º ed., rev. e ampl., Florianópolis: Ed. da UFSC, Lunardelli, 1983.
COURBERIVE, Jean. Dominei o medo. 2º ed., Trad. M. Cecília de M. Duprat. São Paulo: Ed. Paulinas, 1967.
COURTIS, John. Os 44 erros mais freqüentes da gerência e como evitá-los. Trad. Cacilda Rainho Ferrante. São Paulo: Nobel, 1991.
COVEY, Stephen R. Lideraça baseada em princípios. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
COVEY, Stephen R. Os 7 hábitos das pessoas muito eficientes. Trad. Celso Nogueira. São Paulo: Best Seller/Círculo do Livro, 1991.
CSIKSZENTMIHALYI, Mihaly. A psicologia da felicidade. Trad. Denise Maria Bolanho. 1º ed., São Paulo: Saraiva, 1992.
CULBERT, Clifford J. Como se comunicar e ter sucesso. Culbert e Richard Conrad. Trad. J. F. Nogueira. Rio de Janeiro: Ed. MM, 1976.
CYPERT, Samuel A. Como se fortalecer com o poder da auto-estima. Trad. Talita M. Rodrigues. Rio de Janeiro: Campus, c1995.
DAMROTH, William G. A chave do sucesso. Trad. de Maria Thereza Quintella. São Paulo: IBRASA, 1961.
DENNING, Melita. A visualização criativa. Melita Denning e Osborn Phillips. Trad. Ana Maria Dalle Luche. São Paulo: Siciliano, 1989.
DILENSCHNEIDER, Robert L. Poder e influência: Dominando a arte da persuasão. Trad. Antônio Costa. Rio de Janeiro: Record, 1994.
DODSON, Samuel. O universo do poder mental. Trad. Luzia Machado da Costa. 3º ed., Rio de Janeiro: Record, c1975.
DOUGLAS, Mack R. Como fazer do sucesso um hábito. Trad. Luzia Machado da Costa. 2º ed., Rio de Janeiro: Record, 1995.
DOURADO, Silvio. Os 12 princípios para você vencer na vida através do seu trabalho. Rio de Janeiro: Universal Produções, 1981.
EDWARDS, WILLIAM E. 10 Dias para começar uma nova vida. Trad. Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Record, 1984.
ELLIS, Albert. A conquista da felicidade. Albert Ellis e Irving Becker. Trad. Terezinha dos Santos. Rio de Janeiro: Record, (1990).
EMERY, Stewart. Manual da própria vida. Stewart Emery e Neal Rogin. Trad. Beatriz Sidou. São Paulo: Cultura, 1991.
FENSTERHEIM, Herbert. Não diga sim quando você quer dizer não... Herbert Fensterheim e Jean Baer. Trad. de Thomaz Scott Newlands Neto. Rio de Janeiro: Record, 1986.
FERNANDES NETO, Antônio. Comunicação e persuasão. 1º ed., São Paulo: Sugestões Literárias, 1971.
FIDLOW, Michael. Como melhorar a sua memória. Trad. Mário Molina. 2º ed., Rio de Janeiro: Record, c1961.
FLEET, James K. Van. O poder miraculoso de cada um. Trad. de Aurea Weissenberg. 2º ed., Rio de Janeiro: Record, (c1975).
FOWLER, Jack. Receita para o sucesso. Trad. A. B. Pinheiro de Lemos. 2º ed., Rio de Janeiro: Record, 1979.
FREITAG, Erhard F. O subconsciente fonte de energia: Um caminho para o pensamento positivo. Trad. Zilda Hutchinson Schild. São Paulo: Pensamento, (1988).
FREITAG, Erhard F. A ajuda através do inconsciente. Trad. Margit Martinoic. São Paulo: Pensamento, (1988).
FREITAG, Erhard F. A força do seu pensamento. 1995.
GABRIEL, H. Auto-eficácia. Trad. E. Jacy Monteiro. São Paulo: Comércio de Papéis e Livros, (1977).
GABRIEL, H. W. Adquira poder, influência e controle. Trad. Aydano Arruda. São Paulo: Ibrex, 1977.
GARN, Roy. A força mágica do apelo emocional. Trad. Maria Stella Bruce. 2º ed., Rio de Janeiro: Record, c1960.
GERARD, Philippe Louis, sacerdote. La théorie du bonheur, dédiée aux souffrants, par une consolée. (pseud.), Paris Comptoir, d’ed., 1890.
GERBER, Michael E. O mito do empreendedor: Como fazer de seu empreendimento um negócio bem-sucedido. Trad. Gunter Altmann. 3º ed., São Paulo: Saraiva, 1992.
GERMAIN, Walter Montgomery. ...Os segredos do seu supraconsciente: Meios novos para libertar os poderes mágicos de sua mente. Trad. R. C. Lima. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1967.
GIBLIN, Les. Como ter segurança e poder nas relações com as pessoas. Trad. Ilton Luiz Schmitz. São Paulo: Maltese, Bogotá, Colômbia: Editorial Norma, 1989.
GILBREATH, Robert Dean. Salve-se quem puder: Seix novos caminhos para proteger o seu negócio, o seu emprego, em épocas de crise. Trad. Sara Gedanke. São Paulo: Makron Books, 1993.
GIRARD, Alain. O êxito social... Trad. Maria Elisa Mascarelhas. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1970.
GIRARD, Joe. Como vender o seu trabalho. Joe Girard e Robert Casemore. Trad. Maria Aparecida V. Morais Rego. 4º ed., Rio de Janeiro: Record, (1989).
GOLDZIMER, Linda Silverman. 1º Eu: Um recado do seu cliente. Linda Silverman Goldzimer e Gregory L. Beckmann. Trad. Vera Lotte B. Fernandes, Elisane Reis B. Rebelo. São Paulo: Maltese, 1991.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Trad. Marcos Santarrita, 32º ed., Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
GRAD, Marcia. Carisma. Trad. Antônio Trânsito. Rio de Janeiro: Record, (1990).
GRAY, Jeffrey A. A psicologia do medo e do "stress". Trad. Junéia Mallas e Maria Inez Lobo Vianna. 2º ed., Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
GRIESSMAN, B. Eugene. Fatores de sucesso: Série de entrevistas com personalidades famosas. Trad. Heloísa Martins Costa, José Ricardo Brandão Azevedo. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1989.
HALDANE, Bernard. Ajuda-te a ti próprio. Trad. Agnes Cretella. São Paulo: Papelivros, (1979).
HARMON, Frederick G. A diferença vital: Desencadeando os poderes do sucesso empresarial. Frederick G. Harmon e Garry Jacobs. Trad. Mariza P. C. Lukacs. São Paulo: Maltese, Norma, c1992.
HAY, Louise L. Meditações para curar sua vida. Trad. Evelyn Kay Massaro. São Paulo: Best Seller, Círculo do Livro, (1995).
HAY, Louise L. Ame-se e cure sua vida: Exercícios de auto ajuda para sua mudança interior. Trad. Evelyn Kay Massaro. São Paulo: Best Seller, (1991).
HAY, Louise L. O poder dentro de você: Como despertar a percepção e a sabedoria interior para uma vida plena e feliz. Trad. Evelyn Kay Massaro. São Paulo: Best Seller, Círculo do Livro, (1992).
HEIL, Klaus D. Liberte-se do medo e das fobias. Klaus D. Heil e Gerd Hennenhofer. Trad. Luiz Fernandes. Rio de Janeiro: Tecnoprint, c1982.
HELMSTETTER, Shad. Programaçãoneurolinguística. Trad. Maria Célia Castro. 6º ed., Rio de Janeiro: Record, 1995.
HIGBEE, Dr. Kenneth L. Sua memória: Um guia fácil para desenvolvê-la Trad. Almira Botelho Guimarães. Rio de Janeiro: Record, c1977.
HILL, Howard E. Para enriquecer, pense como um milionário (How to think like a millionaire and get rich). Trad. J. Albuquerque. São Paulo: IBRASA, 1969.
HILL, Napoleon. O sucesso através de uma atitude mental positiva (Success through a positive mental attitude). Napoleon Hill e W. Clement Stone. Trad. Nicina P. Caixeta Dapieve. Rio de Janeiro: Record, (1983).
HILL, Napoleon. Sucesso através da atitude mental positiva (Success through a positive mental attitude). Napoleon Hill, W. Clement Stone. Trad. Luiz Moura Barbosa. São Paulo: Bestseller, 1963.
HILL, Napoleon. Pense e fique rico: O ensino pela primeira vez da magistral fórmula de fazer dinheiro de Andrew Carnegie, baseada em treze passos certos para a riqueza (Think and grow rich). Trad. Fernando Tude de Souza. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1940.
HILL, Napoleon. El exito a traves de una actitud mental positiva (Succces through a positive mental attitude). Napoleon Hill y W. Clement Stone. Trad. José Maria Frances. 2º ed., México: Herrero Hermanos, 1961.
HILL, Napoleon. Como conseguir riqueza, poder, prestígio... Trad. Wanda Murgel de Castro. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1953.
HILL, Napoleon. O poder da psicologia positiva (Grow rich – With peace of mind). Trad. Gilberto B. Oliveira. 3º ed., São Paulo: IBRASA, 1978.
HILL, Napoleon. Como vencer na vida (How to sell your way though life. The principes of psychology upun which all master salesmanship is based. How to sell your personal services at top notch prices). Trad. Gulnara Lobato de Morais Pereira. 2º ed., Rio de Janeiro: J. Olympio, 1959.
HILL, Napoleon. Você pode fazer os seus milagres (You can work your own miracles). Trad. Suzana Velloso Bethlem. 4º ed., Rio de Janeiro: Record, 1995.
HILL, Napoleon. Um ano para enriquecer: 52 Mensagens de otimismo e motivação (Napoleon Hill’ a year of growing rich). Rio de Janeiro: Record, 1996.
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Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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