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O paciente terminal

Por: Silvério da Costa Oliveira. Apesar do uso do termo “paciente terminal” designar alguém com um diagnóstico que implique numa condição tal, cujo tempo de vida restante lhe seja restrito, há os profissionais que preferirão o uso do termo para pacientes cujo prognóstico implique em no máximo seis meses de vida, deixando o termo “paciente em fim de vida” para aqueles cujo prognóstico de sobrevida não exceda a aproximadamente 72 horas. Aqui iremos neste artigo usar o termo paciente terminal de modo abrangente, envolvendo ambos os grupos. Existem várias formas de se conviver com a morte. O paciente terminal é aquele que recebeu um diagnóstico e um prognóstico que o coloca mais perto da iminência de sua própria morte diante de uma doença difícil de ser revertida ou mesmo incurável. Elisabeth Kübler-Ross em seu trabalho sobre a morte e o paciente terminal estabelece cinco fases pelas quais passaríamos diante da certeza da inevitabilidade da morte: 1- negação, 2- raiva, 3- ba...

A morte

Por: Silvério da Costa Oliveira.   A morte não está em oposição à vida como alguns poderiam pensar e sim ao nascimento. Em verdade são as duas datas mais marcantes para qualquer pessoa, para qualquer ente, seu nascimento e sua morte. A ciência pode seguir o indivíduo para antes de seu nascimento, os nove meses sendo gestado pela mãe, o encontro de um óvulo com um espermatozoide, duas pessoas que se encontram para o ato sexual ou uma inseminação artificial, e por aí vai indefinidamente, no entanto, o indivíduo humano como um todo completo somente após o nascimento e poderíamos mesmo especificar a sua primeira respiração, seu primeiro sopro de vida e irá prosseguir até seu último sopro, mesmo podendo a ciência seguir o sujeito após sua morte, passo a passo do desligamento de cada função, do destino de cada parte de seu corpo, de suas células, de seus átomos. Entre o primeiro sopro ao nascimento e o último antes da morte, o que temos é um intervalo ao qual chamamos de nossa vi...

Doutor Silvério fala sobre: Ayn Rand (1) Uma filosofia radical e cotidiana

Inscreva-se no canal e visite nosso site onde encontrará vídeos, artigos e links para página de compra de todos os livros do autor e muito mais https://doutorsilverio.com Você gostou do vídeo? Ajude-nos a continuar este trabalho. Curta e compartilhe o vídeo. Ayn Rand é uma importante pensadora do século XX e suas ideias políticas em geral apoiam e corroboram o pensamento de direita, sendo contrário ao comunismo, socialismo e demais ideologias coletivistas. Defende o individualismo, a propriedade privada, o Estado mínimo e não intervencionista, a liberdade, a razão e o egoísmo, entendido aqui como cuidar de seus próprios interesses. Para a autora, o altruísmo é o grande mal (evil) social, aqui entendido como sacrificar seus interesses pelos outros. Entende que a realidade é tal como a percebemos por nossos sentidos e para tal sustenta o princípio de identidade, "A é igual a A". Segundo a autora a necessidade não cria direitos. Defende o ateísmo e é contrária ...

Leonardo e Renascimnto (1) Os valores e o ideal de homem do Renascimento

Inscreva-se no canal e visite nosso site onde encontrará vídeos, artigos e links para página de compra de todos os livros do autor e muito mais https://doutorsilverio.com Você gostou do vídeo? Ajude-nos a continuar este trabalho. Curta e compartilhe o vídeo. Na Itália dos séculos XIV ao XVI temos o Renascimento e Humanismo onde ocorre uma total transformação social e cultural em todas as áreas do saber humano. Neste período temos Leonardo da Vinci, cuja vida e obra bem ilustra o ideal de homem do Renascimento e seus valores, valores estes que ainda podem ser adotados mesmo em nossa sociedade atual. Link para este vídeo no YouTube: https://youtu.be/pUfNwUSS6yc

Leonardo, Renascimento e Humanismo

Por: Silvério da Costa Oliveira. Há vários momentos da história que são interessantes e deveras importantes, para mim, no entanto, um dos que entendo ser bem impactante e mesmo fascinante em sua dinâmica é o Renascimento. Este período que fica localizado entre o final da Idade Média e o início da Moderna, marcante e geograficamente definido e limitado em seu início à região que hoje é ocupada pelo país Itália mas que na época era composto por diversas cidades Estado com autonomia e independência política. Podemos dizer que nesta região isto irá ocorrer entre os séculos XIV e XVI, sendo que para os italianos, quando estes se referem ao período o fazem pela expressão “quatrocento” (século XV) ou “cinquecento” (século XVI). Este processo social surge inicialmente na região que hoje compõe mais especificamente a Toscana, onde destacam-se inicialmente as cidades de Florença e Siena. Com toda certeza, um momento único e irrepetível na história da Itália e do mundo. Posteriormente, ...