Ser Escritor

Blog Ser Escritor - Este blog tem por objetivo divulgar as obras literárias do Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira, proporcionar debate sobre as mesmas, abordar os temas tratados pelo autor em seus livros e apresentar dicas e informações para quem está querendo ser escritor. Ao final de cada postagem, clique nos marcadores para ter acesso a outras sobre o mesmo tema. Deixe seus comentarios aos posts, é simples, não é difícil. Você é bem vindo!

Minha foto
Nome:
Local: Rio de Janeiro, RJ, Brazil

Silvério da Costa Oliveira é Doutor (PhD) e Mestre em Psicologia; Psicólogo, Bacharel em Psicologia, Bacharel em Filosofia, possui a Licenciatura Plena em Psicologia e a Licenciatura Plena em Filosofia, possui a Licenciatura pelo MEC em História e Sociologia, autor de vários livros e artigos, conferencista. Sua formação está estruturada sobre três pilares: a Filosofia, a História e a Psicologia.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Uso de drogas durante a gravidez


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: parabenizando
Inicialmente que parabeniza-lo pelo seu trabalho, dedicação voltado para todos aqueles que desejam aprimorar seus conhecimentos através de suas experiências, conseguindo com isso fortalecer o seu curriculo.
Estou fazendo a minha monografia que tem o título AS CONSEQUENCIAS DO USO DO ALCOOL E TABACO NA GRAVIDEZ, será possível indicar algum livro bem específico? outra se voce tem algum questionário que eu possa complementar com o meu será rico.
 Agradeço e um forte abraço,
 “K.P.”

Sugiro a consulta e leitura do “Catálogo bibliográficos sobre sexo”, do “Catálogo bibliográfico sobre drogas”, do livro “Sexo, sexualidade e sociedade”, do livro “Falando sobre sexo”, do livro “Falando sobre drogas”, todos estes em meu site no formato livro eletrônico em PDF. Cabe também buscar nas livrarias meu livro “Conversando sobre as drogas”, que em breve terá uma nova edição. Em particular indico a leitura do capítulo 6 “Gravidez e parto” de meu livro “Sexo, sexualidade e sociedade”, bem como do capítulo 1 “Os fármacos, o café e o tabaco” e do capítulo 2 “O álcool e o alcoolismo” de meu livro “Conversando sobre as drogas”.
Inicialmente agradeci a “K.P.” pelos comentários gentis sobre meu trabalho e site. Indiquei os trabalhos acima e informei que em meu site, no “Catálogo bibliográfico sobre drogas” encontrará uma bibliografia completa sobre drogas, 965 títulos separados por tema e com localização nas bibliotecas do Rio de Janeiro.
O uso de qualquer substância durante a gravidez poderá afetar o desenvolvimento e ter influência futura na criança. Durante a gravidez o embrião (como é chamado da segunda à sétima semana após a fecundação) e o feto (como é chamado da oitava semana após a fecundação até o nascimento da criança) são afetados pelo que a mãe come e bebe, bem como pelos estados emocionais desta mãe. Para evitar problemas, deve-se abster do uso de qualquer tipo de drogas, sejam estas lícitas ou ilícitas. Mesmo remédios vendidos nas farmácias ou drogarias podem exercer um efeito nefasto sobre a gravidez. Se a mulher fuma (tabaco, maconha ou qualquer outra coisa) a futura criança dentro de sua barriga fuma também, pois esta está ligada à mãe pelo cordão umbilical e placenta, havendo uma constante troca com as substâncias presentes no sangue da mãe.
Se a mãe usa tranqüilizantes estes também afetam a futura criança e o mesmo ocorre com o álcool e demais drogas. Mães que usam drogas podem dar a luz crianças sofrendo pela falta da substância (síndrome de abstinência) com o rompimento do cordão umbilical. Fenômenos tais como dependência e tolerância não somente afetam a mãe, como também em maior escala a futura criança que esta carrega consigo no interior de seu corpo.
Claro está que toda gravidez deve ser acompanhada por um médico e que qualquer medicação que a mãe necessite tomar deverá ter a atenção deste mesmo médico para que o mesmo possa interromper ou modificar a medicação se necessário for.
Os cuidados que a mãe possa tomar durante a gestação podem influenciar todo o ciclo de vida da pessoa, daí a enorme importância desta etapa da vida. A ingestão de drogas pela mãe durante este período pode ser altamente prejudicial. O álcool, por exemplo, quando usado pela mãe durante a gestação pode propiciar o nascimento de crianças com síndrome alcoólica fetal, gerando crescimento retardado no pré e pós-natal, má formações faciais e corporais e distúrbios do sistema nervoso central. Mesmo em doses moderadas (uma a duas doses de álcool por dia) o consumo de álcool durante a gestação pode ocasionar retardamento do crescimento fetal.
Quando a mãe fuma esta está levando para o seu organismo diversas substâncias nocivas, não somente a nicotina. Fumar pode ser altamente danoso para a mãe e para o embrião ou feto, podendo afetar negativamente o desenvolvimento e até mesmo a sobrevivência desta futura criança. A criança pode nascer com diversas conseqüências decorrentes do uso do tabaco pela mãe, dentre as quais podemos destacar: peso abaixo do ideal, necessidade de assistência médica ao nascer, morte antes do nascimento ou logo após o mesmo, etc. Dificuldades de aprendizagem durante o período escolar, falta de atenção, hiperatividade, problemas sociais e outros podem ser decorrentes do uso de tabaco e outras drogas durante a gestação.

PERGUNTA: Você compreende o quanto é importante o cuidado durante a gestação com as substâncias ingeridas pela mãe? Quando a mãe fuma, bebe, usa qualquer medicamento ou drogas lícitas ou ilícitas a criança faz o mesmo. Você consegue imaginar a criança dentro do útero materno fumando ou usando cocaína? Imagina as conseqüências que isto possa ter? Lembre-se de que se algo afeta a mãe, que é um adulto, deverá ter um efeito maior no embrião ou feto que ainda está se desenvolvendo. Qual a sua opinião?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

Marcadores:

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Tenho o desejo de me suicidar, por favor, me ajude!


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: ajuda
Boa noite Dr. Silvério...
Fui sua aluna na e tenho muita admiração Pelo vosso trabalho.
Estou a escrever-te pois preciso de uma palavra tua enquanto Psicólogo...
Tenho tido desejo de me suicidar... já comprei remédios e outras substâncias...
As vezes parece que a vida perde o rumo e não tenho  vontade de prosseguir...
Senti-me muito mal quando um amigo conversou comigo e disse palavras
"duras" que me fizeram pensar naquele momento... Mas ele insiste em dizer que
eu tenho que pelo menos falar com alguém que entenda de emoções... E como na
faculdade esse foi um dos temas mais discutido... Pensei que tu poderias 
ajudar-me ou até  indicar-me  alguém.
Atenciosamente.
“J.M.”

----- Original Message -----
Subject: Re: ajuda
Olá
Peço mil desculpas... Estou mesmo num momento muito difícil da minha vida...
E escrevi a você que com maior atenção me respondeu... Agradeço por isso.
Mas o fato é que estou me sentindo muito mal depois de tudo que pensei
fazer...
Entrarei em contato por tel pq estou mesmo precisando de ajuda.
Um abraço...
“J.M.”

Em casos como este a indicação de leitura vai para meu livro “Vencer é ser feliz: A estrada do sucesso e da felicidade”, disponível nas livrarias ou diretamente com a editora Ibrasa, maiores informações em meu site.
Escrevi para “J.M.” dizendo que o suicídio é um caminho sem volta e a vida é muito bela para ser desperdiçada. Indiquei-lhe a leitura do livro acima mencionado, pois o mesmo fala de emoções e da vida em plenitude e acredito que lhe fará bem, e me coloquei a sua disposição caso quisesse se encontrar comigo para conversarmos. Em casos como o de “J.M.” cabe sempre a indicação de psicoterapia feita por psicólogo clínico com experiência no campo ou o atendimento por um médico psiquiatra.
A depressão é uma doença tratável e geralmente pode ser associada a tentativas de suicídio. Normalmente a pessoa que pensa em suicídio em nossa sociedade ocidental o faz por estar sofrendo física ou emocionalmente, claro está que o mais importante não é o sofrimento em si e sim a percepção pela pessoa deste sofrimento. Mesmo motivos ilusórios podem gerar grande sofrimento. Além da depressão, outro quadro clínico associado a tentativas de suicídio é a psicose. Na psicose o sujeito não percebe que está vivendo em uma outra realidade, somente existente em sua imaginação. Também podemos encontrar tentativas de suicídio associadas ao uso abusivo e dependência de drogas (álcool e remédios inclusos). Geralmente o suicida deixa uma carta ou bilhete explicando os motivos pelos quais cometeu tal ato. A faixa etária onde se torna mais freqüente a ocorrência de tentativas de suicídio vai dos 15 aos 44 anos de idade, sendo o suicídio mais freqüente em homens do que mulheres (as mulheres cometem cerca de três vezes mais tentativas de suicídio do que os homens, mas estes últimos são mais eficazes em suas tentativas), mais freqüente em pessoas divorciadas ou viúvas do que em pessoas casadas, mais freqüente em pessoas desempregadas do que em pessoas empregadas, mais freqüente em pessoas que mantenham relações interpessoais conflituosas e tenham uma estrutura familiar caótica e conflituosa do que em pessoas com relações interpessoais e estrutura familiar estáveis.
Etimologicamente falando, a palavra suicídio tem sua origem no latim e significa a ação de matar a si mesmo (sui = si mesmo; caedes = ação de matar). O primeiro a fazer uso deste termo foi Desfontaines, em 1737. O suicídio atualmente em nossas modernas sociedades é um grave problema de saúde pública, aparecendo em destaque nas estatísticas sobre mortandade em países como, por exemplo, os EUA. Estima-se, no entanto, que as tentativas fracassadas de suicídio ultrapassem entre oito e dez vezes o número das bem sucedidas.
É comum que pessoas que venham de fato a cometerem suicídio falem sobre isto meses antes. Médicos e psicólogos podem ser procurados de um a seis meses antes da pessoa de fato tentar suicídio. Normalmente tais tentativas não ocorrem em silêncio absoluto, parece haver uma necessidade de falar com outras pessoas sobre o assunto, mesmo que de formas indiretas, como, por exemplo, preparando os detalhes de seu funeral, fazendo um testamento, organizando sua vida material, etc. Estes indícios devem ser averiguados com atenção, pois, podem ser denunciadores de pensamentos de auto-aniquilação.

PERGUNTA: Quais suas opiniões e experiência sobre a iniciativa de aniquilamento da própria vida que algumas pessoas tomam no decorrer de sua existência?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

Marcadores:

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Adolescente transexual


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: Transexualidade...
Oi...
Eu sou um adolescente de 15 anos de idade e sei que sou diferente dos meus amigos.
Não me sinto como um homossexual, ou um travesti, mas sim como um transexual. Me sinto como se o corpo que eu tenho não fosse o meu, como se estivesse errado e eu tivesse que mudá-lo. Na verdade, desde pequeno eu sempre tive hábitos femininos, meus pais perceberam e me levaram uma psicóloga (isso com 6 anos) que eu não viraria homossexual, mas na verdade eu não me sinto assim, não por uma forma de preconceito, mas eu me sinto na minha mente que eu sou uma garota. Eu queria acordar como uma, viver como uma e dormir como uma, mas não tenho coragem e não sei como explicar isso aos meus pais. Eu gosto deles, mas tenho certeza de que não vão entender. Eu tento ser um aluno exemplar pra futuramente arrumar um emprego e ter a minha independencia e talvez fazer essas mudanças que eu tanto preciso, mas ainda falta muito tempo e eu não sei o que fazer.
Não sei ao certo o motivo de estar mandando esse e-mail para uma pessoa que nunca viu e que eu nunca vi mas eu queria saber se o senhor poderia me dizer algo que eu possa fazer.
Atenciosamente,
Eu.
“E.H.”

Para casos como este, que envolvem sexo e sexualidade humana, sugiro sempre inicialmente a consulta e leitura dos meus trabalhos disponíveis no formato PDF na Internet, no meu site “Catálogo bibliográfico sobre sexo”, “Sexo, sexualidade e sociedade” e “Falando sobre sexo”. Neste caso em particular sugiro veementemente a leitura e estudo do capítulo 1 “O psicólogo clínico e o problema da transexualidade” de meu livro “Falando sobre sexo”.
Minha recomendação para pessoas como “E.H.” é que leiam a respeito e se informem. A informação poderá ser a arma mais útil para enfrentar esta situação. Leia o artigo que lhe indiquei acima e o livro "Vencer é ser feliz: A estrada do sucesso e da felicidade" disponível nas livrarias ou diretamente com a editora Ibrasa, maiores informações em meu site.
Como “E.H.” nos deixa claro pelo seu depoimento, homossexualismo, travestismo e transexualismo são três comportamentos distintos. Uma pessoa pode apresentar um comportamento heterossexual ou homossexual e mesmo assim ser transexual. Em verdade, as pessoas podem ter uma preferência sexual por pessoas do sexo diferente do seu, por pessoas do mesmo sexo que o seu, por pessoas de ambos os sexos ou simplesmente não ter interesse sexual por sexo algum. No caso do transexualismo é mais comum a ausência do desejo de fazer sexo do que o seu oposto. O maior interesse do transexual é ter um corpo condizente com sua imagem mental.
Em casos como o narrado por “E.H.” cabe buscar um psicólogo que trabalhe especificamente na área da sexualidade para fazer uma psicoterapia e buscar melhor compreender a si mesmo.

PERGUNTA: Se você fosse pai ou mãe de “E. H.” como lidaria com a situação? Como você imagina que isto afete emocionalmente os pais? Como você imagina a situação e os sentimentos dos pais de um transexual? Como você sugere que “E.H.” lide com a situação e a relação com seus pais?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

Marcadores:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Comunicação não verbal e rapport


Por: Silvério da Costa Oliveira.

----- Original Message -----
Subject: Dúvida
Boa Tarde,
Trabalho na área de Treinamento preciso falar a respeito de Comunicação não
verbal e de Rapport (o que é e para que serve)
você pode me auxiliar?
Obrigada
”F.L.”
Planejamento Call Center xxxx – Treinamento
*:   TELEFONE (011) xxxx-xxxx
*:   “@”

A dica de leitura do dia, para ajudar quem queira se aprofundar no tema proposto por “F.L.” é o capítulo 1 “A comunicação não verbal (linguagem corporal) e o equilíbrio em psicologia” de meu livro “Estudos de psicologia e filosofia” e também o capítulo 11 “A comunicação no Brasil de hoje” de meu livro “Reflexões filosóficas: Uma pequena introdução à filosofia”, ambos no formato livro eletrônico, em PDF, no meu site. Penso ser também interessante a leitura de meu livro “Vencer é ser feliz: A estrada do sucesso e da felicidade”, disponível nas livrarias ou diretamente com a editora Ibrasa, maiores informações em meu site.
Quando falamos em comunicação não verbal nos referimos a tudo o que podemos dizer sem usar a palavra falada, ou mesmo quando fazemos uso da palavra falada, as coisas que estão implícitas ou explícitas em nosso discurso, seja pela escolha das palavras, pelo tom de voz, pela forma como falamos algo, etc. Ninguém é capaz de guardar um segredo para um bom observador, pois, o corpo fala e fala muito. Observando o corpo podemos ver a verdade mais íntima e por vezes até mesmo desconhecida da própria pessoa que a professa.
Quanto à "rapport" trata-se de um conceito que encontra suas raízes na
psicologia da Gestalt e na Psicanálise. Vale uma pesquisa nestas áreas. Até a PNL utiliza tal conceito, sendo este conceito muito importante na psicologia clínica atual. Por rapport entendemos uma total concordância emocional e cognitiva entre as pessoas que estão envolvidas em uma relação, trata-se de uma grande afinidade. Casais quando estão namorando por vezes entram em rapport e quem estiver observando irá reparar que falam no mesmo tom de voz, fazem os mesmos gestos, mantém o mesmo ritmo respiratório, pensam de modo idêntico naquele momento. Se um cruza os braços ou as pernas, o outro faz o mesmo sem pensar no que estás fazendo, como se os dois fossem um só naquele momento.
Este tipo de experiência comum entre pessoas que estão namorando ou entre amigos íntimos ou mesmo na relação psicoterápica entre paciente e terapeuta, recebe o nome de rapport, palavra que encontra sua origem na língua francesa significando concordância, afinidade e analogia.
Quando estamos em estado de rapport é como se estivéssemos vendo nossa imagem no espelho ao observar a outra pessoa e esta por sua vez também tem a impressão de sermos seu reflexo no espelho. Quando se instala uma relação de rapport entre duas ou mais pessoas, esta relação propicia que as pessoas envolvidas tenham a sensação de serem compreendidas e aceitas pelo outro, proporcionando confiança, respeito e simpatia mútua. Observar duas ou mais pessoas em total rapport equivale a observar uma dança bem orquestrada, pois, a cada movimento de um corresponde um movimento adequado do outro, em total harmonia um com o outro e com a situação vivenciada naquele momento.
Um conhecimento mais aprofundado sobre comunicação não verbal, rapport e espelhamento (vide PNL) pode propiciar uma grande ajuda durante processos de persuasão, em vendas ou em situações nas quais precisamos convencer outras pessoas sobre a veracidade ou importância de nossas idéias.

PERGUNTA: Você se lembra de já ter vivido uma relação na qual parecia que a outra pessoa sabia o que você ia dizer antes de o fazer? Onde mesmo conhecendo há pouco tempo à pessoa com quem conversava, parecia que já a conhecia a muito e muito tempo? Sensação de que você era totalmente compreendida e que possuía um laço em comum com a outra pessoa?

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

Marcadores: