Ser Escritor

Blog Ser Escritor - Este blog tem por objetivo divulgar as obras literárias do Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira, proporcionar debate sobre as mesmas, abordar os temas tratados pelo autor em seus livros e apresentar dicas e informações para quem está querendo ser escritor. Ao final de cada postagem, clique nos marcadores para ter acesso a outras sobre o mesmo tema. Deixe seus comentarios aos posts, é simples, não é difícil. Você é bem vindo!

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Silvério da Costa Oliveira é Doutor (PhD) e Mestre em Psicologia; Psicólogo, Bacharel em Psicologia, Bacharel em Filosofia, possui a Licenciatura Plena em Psicologia e a Licenciatura Plena em Filosofia, possui a Licenciatura pelo MEC em História e Sociologia, autor de vários livros e artigos, conferencista. Sua formação está estruturada sobre três pilares: a Filosofia, a História e a Psicologia.

sábado, 10 de novembro de 2007

O paciente terminal e a morte - Reportagem da Idade Ativa

Texto: “Sobre a morte” capítulo do livro “Reflexões filosóficas”
Artigo de revista eletrônica
http://www.techway.com.br/techway/revista_idoso/comportamento/comportamento_otavio.htm

Trecho de reportagem onde meu nome é citado

Idade Ativa: Revista eletrônica da terceira idade

Morrer com Dignidade: O Último Grande Desafio

Luiz Otavio Soares Dornellas
Médico, Jormalista e Divulgador Científico

Ninguém gosta de falar na morte. Mas em vez de fugir do assunto ou lutar em vão contra o inevitável, psicólogos, filósofos e médicos apontam a necessidade de encarar a morte como fato natural do ciclo da vida. Mais importante que viver para sempre é viver bem e morrer com dignidade.

No confronto com a morte, todos nós passamos por reações parecidas. “Na maioria das vezes, tanto a família quanto a equipe médica se negam ou evitam conversar com o doente terminal sobre sua morte porque vêem refletida nele a sua própria condição de mortais, sujeitos também a morte”, explica o psicólogo e filósofo Silvério da Costa Oliveira. A própria dificuldade da sociedade em lidar com o idoso e aceitar suas limitações se dá, em parte, pela suposta proximidade da morte.

Prof. Dr. Silvério da Costa Oliveira.
(Respeite os Direitos Autorais – Respeite a autoria do texto – Todo autor tem o direito de ter seu nome citado junto aos textos de sua autoria)

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1 Comentários:

Blogger Marcinha Girola disse...

Assim como o medo do desconhecido, do que virá depois, se é que realmente existe.
Não tem muito tempo, eu estava comentando que precisava fazer outra via da carteira de identidade e aproveitaria para colocar que quero doar os órgãos. Meu pai quase chora dizendo que devemos mudar de assunto e não falar sobre morte. Minha mãe é totalmente contra e acredita que se reencarnarmos, nasceremos defeituosos, faltando justamente aquilo que nos for tirado.
E eles têm tanto medo de morrer, de perder seus entes queridos, que chegam a exagerar nos conselhos quanto aos cuidados na hora de dirigir, de trabalhar, de voltar pra casa, de sair na esquina.
Outros têm medo da morte, em função das suas crenças religiosas, nas consequências de suas vidas "desregradas", a aproximação do "fim do mundo". Se protegem, se escondem tanto, esquecendo que continuam vivos. Tantos medos, quando a única certeza da vida é a morte. Chega a ser irônico.

sábado, 10 de novembro de 2007 22:27:00 BRST  

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